Discussão:Guerra de Canudos
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Jorge, há uma cidade na Bahia chamada Canudos (justamente onde houve a Guerra de Canudos). Portanto, acredito que deveria ter uma entrada diferente do evento histórico. --Patrick 22:18, 15 Mai 2004 (UTC)
- Com certeza. Só movi a entrada para "guerra dos Canudos" exactamente por esse motivo: informação sobre a guerra na página da cidade estava no sítio errado. Quanto à cidade, vou já fazer um stubzito. --Jorge 23:50, 15 Mai 2004 (UTC)
Índice |
[editar] Artigo horrível
"Pressionado pelo governo inglês"??! De onde tirou-se essa barbaridade? Citação, por favor!
[editar] "dos" por quê?
Este título emprestado à página revela um total desconhecimento por parte de quem o deu!!
A guerra deu-se no Sertão de Canudos... não houve, até prova em contrário, ninguém jogando canudos contra o outro!! Ou será que uns canudos brigaram contra os outros?
Esta é a primeira vez na vida que vejo tal disparate!!! Como historiador, não vejo sequer como tal maluquice veio a acontecer... As almas dos sertanejos assassinados às margens do rio Vaza Barris devem estar tremendo no meio da caatinga feroz, descendo o Morro da Favela (nome hoje tão comum) e arrepiando até o pobre do Moreira César, de quem Euclydes da Cunha parodiou aqueloutro general: vim, vi e fiquei...
Parodiando Cunha: VIM, LI E PASMEI ! Lamento, muito, não ter conhecimentos wikipédicos suficientes para desmanchar isto!
André Koehne 08:21, 17 Fevereiro 2006 (UTC)
[editar] Guerra de Canudos, questão acertada
Caro André, passei a tarde acertando esta questão e creio ter resolvido. O artigo Guerra de Canudos encontra-se agora dentro de Guerra de Canudos, e não dentro do artigo Guerra dos Canudos, que estava errado. Dá uma revisada e, se possível, aproveita para expandir um pouco mais o artigo. Afinal, muito ainda há para ser escrito a respeito desta insurreição. Gervásio Santana de Freitas ☜ - 19:57, 20 Março 2006 (UTC)
[editar] Justificar roubos?!!!!
No verbete está dito que a conduta do Conselheiro foi usada para "justificar" roubos e outras condutas! Me perdoem a ignorância, mas no pouco que já li sobre o assunto (da ficção de Vargas, à reportagem um tanto plagiária de Euclides da Cunha, de matérias jornalísticas a artigos acadêmicos, do Libelo de 1898-99 de Zama a documentários, jamais vi dito isto!
Antes, pelo contrário, se não me falha a memória, tudo começou porque roubaram os canudenses, num carregamento de madeira que eles encomendaram em Juazeiro e nunca foi entregue!
Espero que o autor de tal informação possa, vendo isto aqui, justificar dizendo qual a fonte dela, que para mim verdadeiramente inverte a realidade dos fatos e quase que "justifica" o genocídio ali praticado!
Na visão preconceituosa, que tratava os habitantes do lugar de "jagunços", uma espécie de sub-raça sertaneja, só faltava agora colocá-los novamente sob deméritos adjtivos...
No aguardo, André Koehne Digaê 15:45, 20 Junho 2006 (UTC)
[editar] Fanáticos
Na historiagrafia oficial qualquer pessoa ou grupo que se opunha a ordem vigente geralmente é tachado de fanático, louco e outras asneiras do gênero. Com Conselheiro e seus seguidores não foi diferente. É preciso dissociar daqueles que lutam por um ideal a imagem de que são fanáticos. Tem sido assim ao longo da história quando se trata de retratar os oprimidos. Será que acreditar em um ideal, lutar e morrer por ele se enquadra em fanatismo? Precisamos ter o cuidado para não ficarmos repetindo o discurso dos vencedores que quase sempre comete equívocos com a intenção de desmerecer os movimentos sociais e seus lideres. --Alberto Amorim 23:58, 23 Setembro 2006 (UTC)
- Os moradores de canudos, orientados por Antônio Conselheiro rejeitavam, entre outras coisas, o casamento civil, afirmando que tratava-se de uma "prática demoníaca". Isso para mim é fanatismo.
- Canudos, como uma espécie de Estado primitivo, era totalmente baseado no fundamentalismo, suas próprias leis eram fundamentalistas. Por este motivo eu não vejo nenhum absurdo em chamá-los de fanáticos.
- Não quero, com o que disse e com o que vou dizer ainda, proteger a atuação do Governo Brasileiro da época, e justificar o massacre que ocorreu, mas é importante ressaltar que, se por um lado o descaso e falta de preocupação com os sertaneijos levou a formação de Canudos, o Governo nunca poderia aceitar Canudos.
- "Adiante o religioso explica a Conselheiro que 'ia abrir uma Santa Missão, e aconselhar o povo a dispersar-se e a voltar aos lares e ao trabalho no interesse de cada um e para o bem geral'. E o povo dizia: "nós queremos acompanhar o nosso Conselheiro" e Antônio Conselheiro, voltando-se para o Frei Evangelista, declarava: 'é para minha defesa que tenho comigo estes homens armados, porque V. Revm. ha de saber que a polícia atacou-me e, quiz matar-me no lugar chamado Maceté, onde houve mortes de um e de outro lado, no tempo da Monarchia deixei-me prender, porque reconhecia o Governo; hoje não, porque não reconheço a República - eu não desarmo minha gente, mas também não estorvo a Sta. Missão'". 3
- Neste depoimento do próprio conselheiro vê-se claramente que eles recusavam-se a aceitar a República. Como poderia o Estado brasileiro aceitar um poder paralelo dentro de seu próprio território?? A ação do governo foi inevitável. —o comentário precedente não foi assinado por Flávio W. Dantas (discussão • contrib.)
[editar] Nomes
Estou fazendo um trabaho para a escola e preciso urgente saber alguns Nomes Importantes da Guerra de Canudos. obrigado —o comentário precedente não foi assinado por 201.54.93.82 (discussão • contrib.)